Etiqueta: Press

RAMP – INTERSECTION

R.A.M.P. – INTERSECTION
Estávamos em 1995 quando Intersection viu a luz do dia na sua edição original em CD sendo o primeiro disco de uma banda Portuguesa de Metal a entrar no Top de vendas Nacional.
Passados 30 anos a Hell Xis Records tem o privilégio de vos apresentar uma edição comemorativa, deste marco do Metal Português, em vinil duplo de 180 gramas, inserido num gatefold magistralmente ilustrado por Luis Louro que deu de novo vida ao Corvo para esta versão de Intersection remasterizada por Ricardo Mendonça.
Esta edição contém dois temas extras, uma remistura de Armando Teixeira do tema Black Tie e uma gravação de um tema inédito, em modo maquete, aquando da pré produção do disco.
Edição limitada a 150 discos vinil Black e 150 discos vinil splatter White / red que estão já disponiveis em pre order através deste link: pre-order

Sob licença exclusiva da União Lisboa / Media Capital a Hell Xis Records
Os envios serão efectuados a partir de 16 de abril.


R.A.M.P. na CAIXA NEGRA S02 E01

Os R.A.M.P. são a 1ª banda da 2ª série do CAIXA NEGRA TALKS, canal de entrevistas a bandas de música pesada, metal, punk, hardcore nacionais etc. Apresentado por Pedro Gama & Hugo Alexandre Silva .

YouTube Video

R.A.M.P. @ EVIL LIVƎ Festival (rescaldo)

Texto: Rui Teixeira // Fotos no slide: Caminhos Metálicos, Emanuel Silva, Jorge Botas e Jorge Pereira (créditos mantidos nas imagens, exceto Emanuel Silva que não assinou).

Evil Live Fest – Estádio do Restelo (Lisboa), 27.06.2025

O primeiro dia do Evil Live Fest foi dedicado às sonoridades mais tradicionais dentro do heavy metal e, nesta tarde/noite de sexta-feira, cerca de catorze mil almas acorreram ao Estádio do Restelo.

Ainda com o sol bem alto às 16:00 entraram em palco os R.A.M.P. ao som de “Blind Enchantment”. O concerto curto da banda nacional não teve espaço para grandes conversas ou discursos longos, a banda foi direta ao assunto e deixou a música falar mais alto. Com um alinhamento de temas mais recentes que inclui alguns clássicos, ouvimos malhas como “How”, “Insane”, “Those Who Cannot Blame” e “Hallellujah”. Pelo meio houve tempo para um sentido agradecimento ao público português, que tem acompanhado a banda ao longo dos anos com dedicação inabalável. Apesar do calor sufocante que se fazia sentir, a energia do público não vacilou: abriram-se mosh pits, levantou-se pó e não houve espaço para tréguas até ao último acorde.


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